Resenha: Cidades de Papel – Jonh Green {Monday Book}

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O livro conta a história de Quentin ou apenas Q., e sua sina por Margo Roth Spiegelman (cujo nome deve ser dito por completo como se fosse uma reverência). Margo, além de ser maravilhosamente linda, era insana, sua vida era uma série de aventuras épicas, resultado das suas tentativas para viver fora dos padrões impostos.

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Apesar de terem sido muito amigos durante a infância, Q. e Margo se distanciaram e durante o ensino médio eram quase desconhecidos. Margo era uma lenda viva, todo mundo ouvia falar sobre suas aventuras, todo mundo queria se aproximar dela. Enquanto Quentin, era apenas um garoto comum, que a observava de longe, apaixonado, como sempre foi.

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Até que em uma noite, Margo invade a janela de Q. e o leva para uma noite de aventuras inesquecíveis, e quando finalmente Quentin achava que depois daquela noite voltaria a ser amigo da garota misteriosa, ele descobre que no dia seguinte a garota misteriosa se tornou o mistério, no qual Q. vai se envolver totalmente para desvendar, mesmo que isso envolva ir para uma cidade de papel e nunca mais voltar.

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Quando terminei de ler “Cidades de Papel”, tive de imediato a sensação de concordância com uma das citações do livro, que fala sobre o futuro: “E agora a vida se tornou o futuro, todos os momentos da vida são vividos no futuro.” E realmente vivemos pensando no para sempre, vivemos planejando um futuro e esquecemos de viver o presente. E como diz Emily Dickinson, em uma frase citada por Margo, “O futuro pra sempre é composto de agoras.”

Editora: Intrínseca| Páginas: 251 | ISBN: 978-25-8057-455-5| Avaliação: 9/10

Cidades de Papel vai virar filme! E aqui está o trailer pra vocês!

Espero que tenham gostado, pessoal! Deixem comentários com opiniões e sugestões. Beijos e até o próximo post!

barrapé

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